Sunyata, dez. 2016


Monografia em poéticas visuais que se apropria do conceito de vazio para pensar um modo de fotografar por meio da errância, compondo relações entre fotografia e mundo. Tal qual o ato de lançar-se em um mar de incertezas, o livro Sunyata é uma experiência sobre a vacuidade esbarrando em questões como impermanência, interdependência, além do fluxo de formas, sensações e percepções, onde o “eu” não passa de uma unidade artificial criada pela mente. Sunyata (sânscrito) é frequentemente traduzida como vazio ou, mais precisamente, vacuidade. O vazio é uma característica inerente aos fenômenos: nada possui uma existência independente, uma identidade essencial. O que se insere na vida se despe de uma identidade absoluta, sendo tudo impermanente, inter-relacionado e interdependente, de tal modo que nada é totalmente autossuficiente ou destacado do todo. Todas as coisas são dinâmicas em um estado de constante fluxo. O que é o vazio, senão uma potência infinita?


Créditos / Credits

Concepção, Realização e Edição: Rafael Roncato
Projeto Gráfico e Design: Milena Galli
Agradecimentos

Ao Ronaldo pela paciência, conselhos e sinceridade. À Milena Galli por embarcar no projeto e ajudar a botar este livro no mundo. Aos conselhos e apoio do Walter Costa, Felipe Russo, Paulo Miyada, Fernando Schmitt, Lívia Aquino, Valquiria Prates e Claudio Filus. Aos colegas de sala por tudo, especialmente para Anna Cheles, Miriam Guimarães e Adílson Martins pelo tempo e atenção.


Aos amigos e cobaias Pedro Gesualdi e Ana Claudia Russo, Marcelo Hasimoto, Bruno Mancini, Bruno Guerrero e Rodrigo Zerbini, João Nitsch, Mark Veen, Ricardo Cruz, Isabelle Ribeiro e Guilherme Saba. Ao irmão Thiago Panini por ser parte disso e ao que vem pela vida. Ao Renato Parada pelos primeiros passos. À Leia Cassoni pela ajuda e interesse no vazio.


A Aracy Amaral, Eder Chiodetto, Bárbara Wagner, Berna Reale, Alícia Peres, Felipe Abreu, Edouard Fraipont, Lourenço Mutarelli, Rafael Coutinho, Pedro Franz, Bruno Maron, Wagner Willian, André Rodrigues, Carlos Franco, Dan de Carvalho, Talita Virgínia, Isabel Santana Terron, Eric Licen, André Feltes, Iriz Medeiros, Alison Camargo e Vinícius Irie pelas leituras, toques e inspirações.

Sunyata, dec. 2016


Monograph in visual poetics that appropriates the concept of emptiness to think a shooting mode by errancy, establishing relations between photography and the world. Like the act of plunging into a sea of uncertainty, the Sunyata photobook is an experience of emptiness bumping into issues such as impermanence, interdependence, besides the flow of forms, sensations and perceptions, where the "I" is only an artificial unity created by the mind. Sunyata (Sanskrit) is often translated as empty or, more precisely, emptiness. Emptiness is a characteristic of the phenomena: nothing has an independent existence, an essential identity. Everything integrated in life undresses an absolute identity, and is impermanent, interrelated and interdependent, so that nothing is totally self-sufficient or detached from the whole. All things are in a dynamic state of constant flux. What is emptiness but an infinite potency?


Credits

Conception, Production and Editing: Rafael Roncato
Graphic Design: Milena Galli

Sunyata é uma edição numerada e assinada de 50 exemplares e está à venda comigo ou nos locais listados abaixo:



Sunyata is a numbered and signed edition of 50 copies and is for sale with me or in the places listed below:  



_Íris Editora

_Editora e Livraria Madalena



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